QUANDO ULTRAPASSAMOS UM PORTAL E NOS DEPARAMOS COM A LUZ DO AMOR,
AO RETORNAR, NUNCA MAIS SEREMOS OS MESMOS...

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

ॐ SER MÍSTICO


"Ser Místico é não dizer o que faz,
Nem o que vai fazer - é ser anônimo.
É superar os medos do eu pelo mergulho no ser.
É não ter a necessidade de demonstrar o que sabe,
É falar pouco e escutar muito,
É passar por louco e ser inteligente,
Ser confiante e não dependente,
Justo e autêntico,
Manso e confidente.
Um bom Místico
Não caça o futuro com ansiedade,
Não leva rasteira do passado,
Não fica preso à memória:
Vive só por hoje.
Pisa no escuro do desconhecido,
Não foge de seu deserto,
Arrisca-se à incerteza,
Não troca o Pássaro do Ser pelos pássaros do ter.
Ser Místico é dizer "Aun",
É ser diferente sem fazer uso de marcas registradas.
Ser Místico é Ser história.
É ter simplicidade e pureza,
Humildade e modéstia,
Coragem e bravura,
Fidelidade e esperança.
Ser Místico é ver Deus no nascer do sol
No brilho da lua e das estrelas ao anoitecer.
É ouvir a Voz de Deus
Na sinfonia dos pássaros em parceria com o vento,
E na voz do pedinte em meio ao mau tempo.
É sentar-se quieto e atento
No pulsar do Ser que o faz ser.
Ser Místico é descobrir através do silêncio
Uma nova maneira de viver.
É saber responder:
Quem sou, de onde vim e para onde vou.
Ser Místico é ter vocação,
Ser religioso, sem religião;
Ser noético e apolítico,
Amante do amor incondicionado,
Da natureza e da liberdade.
Ser Místico é buscar acima de tudo
A Voz Silenciosa de Deus
Em seu próprio interior."
(autor desconhecido)

Abraço de Luz Violeta!


http://www.youtube.com/watch?v=KUwppsVxtag#t=35




sexta-feira, 15 de novembro de 2013

ॐ CÍRCULO DE MULHERES



“As mulheres honram o seu Caminho Sagrado quando se dão conta do conhecimento intuitivo inerente à sua natureza receptiva. As mulheres precisam aprender a amar, compreender, e, desta forma, curar umas às outras. Cada uma delas pode penetrar no silêncio do próprio coração para que lhe seja revelada a beleza do recolhimento e da receptividade". — Jamie Sams

Ao longo do tempo, os seres humanos vêm se distanciando cada vez mais de sua essência, e do sagrado que permeia nossa existência. Nossos ancestrais viviam em contato direto com a natureza, reverenciando os seus ciclos, através das mudanças de estação, e em profunda gratidão por tudo o que a Grande Mãe lhes ofertava.
Como essa ligação era profunda, as pessoas, apesar das dificuldades de sobrevivência, eram felizes e se sentiam preenchidas, pois, conseguiam ouvir sua voz interior, lhe dando orientações e aconselhamentos acerca do que fazer em determinadas situações, das decisões a serem tomadas e, assim, conseguiam manter seus ânimos apaziguados.

As mulheres, principalmente, honravam sua natureza, o seu ritmo biológico e o grande poder que detinham pelo fato de serem geradoras de vida. O ventre, simbolizado pelo grande caldeirão, representava um templo sagrado, de onde a vida era emanada. Os homens, também, reverenciavam a mulher por esse grande poder.
Para os povos antigos, a menstruação era um dom dado às mulheres pelas Deusas para que elas pudessem criar e perpetuar a própria vida. A sincronicidade do ciclo lunar e menstrual refletia o vínculo entre a mulher e a divindade, pois ela guardava o mistério da vida em seu corpo e tinha o poder de tornar real o potencial da criação.

Nas sociedades matrifocais, as sacerdotisas ofereciam seu sangue menstrual à Deusa e faziam suas profecias durante os estados de extrema sensibilidade psíquica da fase menstrual, o que, entre outras coisas, gerou a caça às bruxas, durante a Inquisição.
Milênios de supremacia e domínio patriarcal despojaram as mulheres de seu poder inato e negaram-lhe até mesmo seu valor como criadoras e nutridoras da própria vida.
No passado eram realizados rituais de renovação e purificação nas Cabanas ou Tendas Lunares, onde as mulheres se isolavam para recuperar suas energias e abrir seus canais psíquicos para o intercâmbio com o mundo espiritual. Após esse período, elas, por estarem com a sensibilidade e intuição mais aguçadas, tinham revelações sobre curas, através do uso de ervas, por exemplo.

Infelizmente, a vida da mulher moderna levou-a à perda do contato e sintonia com seu corpo e com a energia da Lua. Tal distanciamento gerou problemas com relação ao ciclo menstrual, tais como TPM, cólicas, ciclo desordenado, entre outros, ocasionados pela não aceitação de sua natureza. Hoje em dia existem médicos que prescrevem medicamentos para que a mulher deixe de menstruar e se livre definitivamente desse “incômodo”. Sem atentar para os problemas fisiológicos que podem surgir, além vários desequilíbrios hormonais emocionais e psíquicos.

Para restabelecer essa sincronicidade natural, a mulher deve se reconectar à Lua, observando a relação entre as fases lunares e seu ciclo menstrual. Compreendendo o ciclo da Lua e a relação com o seu ritmo biológico, a mulher contemporânea poderá "cooperar" com seu corpo, fluindo com os ciclos naturais, curando seus desequilíbrios e fortalecendo sua psique. (Mirella Faur, Anuário da Grande Mãe)
Felizmente, existem vários grupos no mundo trabalhando para que o resgate do Sagrado Feminino seja feito, através dos Círculos de Mulheres, que através de bate-papos, danças, estudos de temas, permitem que a mulher resgate o seu poder pessoal e com isso possa desempenhar de forma mais saudável os seus papéis de mãe, esposa, mulher e profissional, tornando-as mais felizes e realizadas.


Fonte: Soraya Mariani & Circulo de Sacerdotisas da” Escola de Deusas da Cirandda de Sábias da Lua”
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Esse texto me fez lembrar da conversa que eu tive com minha vó na minha primeira menstruação. Aos 11 anos tive medo ao ver "tanto sangue saindo de mim", mas o medo foi embora quando em poucas palavras ela me convenceu da maravilha que acontecia em meu corpo, e algumas palavras ligadas à menstruação, como: "sagrado", "saúde", "se completar como mulher", "a possibilidade de gerar"... fizeram com que eu aceitasse com gratidão os meus ciclos mensais, sem dor (nunca tive cólicas) e sem grandes traumas (como é chamado hoje TPM). E ainda fui abençoada aos 50 anos com uma Menopausa sem transtorno algum. Realmente, como o texto bem diz "as mulheres precisam aprender a amar"... Mas acredito que só Amando e compreendendo a nós mesmas, é que poderemos amar e curar umas às outras.
E o Circulo das Mulheres está aí para resgatar o perfume de cada coração feminino, com o perfume da Sabedoria.

Sejamos nós! Sejamos felizes!

Abraço de Luz Violeta!

terça-feira, 8 de maio de 2012

ॐ JAPAMALA


O poder dos 108 é muito conhecido e respeitado no Oriente. Os orientais estão sempre manuseando o rosário de 108 contas, chamado japamala, enquanto entoam mantras 108 vezes seguidas.
Qual é este poder dos 108? 108 é deriva de 9x12=108.
O poder dos  9 vem da nossa Chama Trina, do Amor, da Sabedoria e do Poder divino, multiplicada pela Chama Trina da nossa Presença de Deus, 3x3=9.
O Poder dos 12, é o Poder das 12 hierarquias Celestiais.
Os 12 Poderes de Deus. O Poder dos 108 então, é o Poder de multiplicação do Poder místico esotérico do 9 multiplicado pelo Poder místico esotérico dos 12 Poderes de Deus.
Os 12 Poderes de Deus, são:
(12) O Poder Divino
(1)   O Amor Divino
(2)   A Mestria Divina
(3)   O Domínio Divino
(4)   A Obediência Divina
(5)   A Sabedoria Divina
(6)   A Harmonia Divina
(7)   A Gratidão Divina
(8)   A Justiça Divina
(9)   A Realidade Divina
(10) A Visão Divina
(11) A Vitória Divina

Fonte: Fraternidade da Luz

sábado, 28 de abril de 2012

ॐ A FALA DOS ANIMAIS

Meu Gato Willi

Um texto de Mariselda Bumajny



Muitos cientistas tradicionais e estudiosos de ciências alternativas dizem que os sons emitidos pelos animais, seus sinais vocálicos, são na verdade mantras altamente benéficos aos seres humanos, tanto à nossa saúde física, emocional e bioenergética, como também são instrumentos poderosos para serem abertas as portas da percepção.

O grande mago Aleister Crowley apreciava a companhia dos gatos, por considerá-los seres evoluídos espiritualmente e de grande capacidade mental, tanto que ao realizar suas reuniões de estudos metafísicos, reservava uma cadeira de honra ao seu bichano predileto.

Lobsang Rampa, autor do livro "A Terceira Visão", diz ter recebido mediunicamente ensinamentos sobre o Tibet, através de uma gata siamesa.

Os latidos dos cães por sua vez, são emitidos como se fossem setas de amor e proteção, muito bons para a defesa do campo psíquico e fortalecimento dos chackras, principalmente o do plexo solar.

Os povos antigos e os índios sabiam criar uma simbiose com os bichos e aprendiam suas linguagens e sinais, utilizando-os em seus rituais religiosos, cantos e danças.

Hoje, o homem vive em salas fechadas, iluminadas artificialmente, à frente de máquinas e computadores, com medo de se contaminar por germes e bactérias.
Se sente cada vez mais só, vazio e desamparado, perdendo suas defesas naturais e convivendo com uma crescente e descontrolada violência.
Não é preciso desbravar florestas virgens ou enfrentar selvas fechadas para poder voltar ao seu eixo primitivo, basta que aprenda novamente a ver e ouvir os animais: sua voz, formato, côres, compreender sua comunicação.

Deixar de ficar nervoso ou irritado se o gato da vizinha está miando no telhado, o cachorro uivando para a lua, a maritaca cantado de madrugada.
Isto é bom! É vida!
Faz parte de nossa essêcia e certamente, com essa pequena mudança, juntos possamos salvar nosso conturbado planeta.

Viva todos os nosso amados irmãos bichinhos e viva a natureza e a sua beleza e sabedoria!!!

Abraço de Luz Violeta!